To aqui, discretamente dilacerada, duvidando de todas as verdades e posturas. To aqui, achando a quem pertence a tal culpa de saber ser ruim. E ainda acreditando que se eu fechar os olhos vai passar. Coisas de quando menina, ainda que num ato de carinho, me desensinaram a enfrentar. Fico fazendo milhões de outras coisas como se no final de tudo nada daquilo me pertencesse , nem mesmo aquilo que é meu. Não quero mais carinho desses que acontecem parecendo um ato de pena, fragilidade. Quero abrir a boca, o peito os olhos a janela e respirar. Quero nascer desse suspiro, desse alivio, desse rompante.Quero sentir como são as tristezas,a s alegrias, o tesão, o beijo, o abraço, a saudade, o encontro, o brilho do olhar. Quero aquela sensação de conforto de alma, de paz.Quero pouco do mundo , mas quero inteiro.Quero ser romântica e brega, extravagante e única, sensível , forte, tudo a cada tempo, tempo exato, tempo meu.
O que foi deixado do lado de fora já não tem tanta importância assim. É mais árduo o que está do lado de dentro. Isso sim, é importante.
abril 07, 2012
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Instigante... é sobre desvendar o perigo imaginar o gosto o poder da persuasão ao movimentar o corpo pulsar, trocar de lado, de ato, sobre...
-
Primeiro o consentimento com olhar a mordida no canto dos lábios e o corpo que já dizia como seria Talvez dissesse até mesmo mais do ...
-
É como o infinito. Não se consegue, ter, explicar. Está num resumo de momentos, num piscar de olhos, no arrepio da pele. No largo do sorris...
-
Queria aquele rompante. Aquele que chega e, sem mais e desmonta. Hoje eu seria assim. Sem rodeios. Desagregada de pudores, solta e ind...
Nenhum comentário:
Postar um comentário