Ela foi descobrindo que não tinha essa propriedade de desprendimento Ao contrário, o que lhe cabia era cada vez mais a entrega despercebida.Tinha uma ingenuidade de viver. Acreditava em ilusões e as criava, frágil , inocente, dos olhos que a fitavam, dos lábios que a tocava na alma. Ela não contava o tempo, nem sabia quanto era seu. Ela só queria a paixão. Era só paixão.Qualquer coisa tão frágil quanto a ilusão. Sua mão soltou do tempo e ela, agora dorme feito anjo.
O que foi deixado do lado de fora já não tem tanta importância assim. É mais árduo o que está do lado de dentro. Isso sim, é importante.
dezembro 28, 2012
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