Não, não é mistério , é proibido. Ao pensar, e não distante do toque que penso ser o teu, me sirvo de mim, pura e simplesmente pela ausência da tua carne perto e dentro. As vezes não tenho escolha, tenho oportunidades apenas. Em momentos de delirio me tranco a sós com o silêncio e deixo que ele invada. A culpa é tua. É justamente neles, nos momentos em que calo, que me entrego a ti. Me diga, e o que faço com o corpo que incendeia e como uma clareira ilumina a volta toda? Mergulho nos lençois vazios? Já não sou dona dos ponteiros do tempo que passam por mim quando os minutos correm pra voce. Se deseja meu corpo, morada da minha alma que segue teu rastro, pelo vento, buscando o olhar, encontre-me. Posso sentir o calor que abraça, que molha e que me transpira. Não não é mistério. É proibido. É uma denuncia muda.
O que foi deixado do lado de fora já não tem tanta importância assim. É mais árduo o que está do lado de dentro. Isso sim, é importante.
novembro 07, 2010
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