Talvez eu me despeça. Ensaie um adeus, ou quem sabe ainda simplesmente continue caminhando. Talvez eu jamais saia do lugar comum, das pieguices de dizer e sentir, transformar em carinho, toque e olhar, o que alguns afirmam viver em felicidade. Mas talvez eu faça isso tudo com alguém, numa troca improvisada. Dai, talvez eu fique, sinta, ou quem sabe ainda simplesmente viva um bem-querer.
O que foi deixado do lado de fora já não tem tanta importância assim. É mais árduo o que está do lado de dentro. Isso sim, é importante.
janeiro 04, 2012
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